A artista visual


Esta é uma construção esporádica, que mistura as influências paterna e materna, no gosto pelo desenho, pela foto, pelo corte e costura, pela harmonia plástica.


Esta sensibilização me levou até a Faculdade de Arquitetura da UFRJ, onde não permaneci, mas de onde guardei conceitos e percepções importantes para outros campos da vida. Me deu o primeiro emprego de carteira assinada, como desenhista de arte final em uma fábrica de brindes no Andaraí, numa era pré-computador. Aliás, fora as fotos, quase tudo neste setor da minha vida é pré-computador ou offline. Também me abriu as portas para fazer assistência de vitrines na extinta Fiorucci, por exemplo, para desenvolver estampas para camisas, e, resolver cartazes, figurinos e cenários quando a carência de recursos batia à porta da Cia Intima, o que ocorria com frequência.

Diversas vezes recorri ao artesanato para me expressar, e um dia percebi que era também artesã. Embora ainda não tenha explorado muito esta faceta, me traz muito prazer.

Mas sem dúvida é por meio das fotos que explicito mais frequentemente meu encantamento ou meu estranhamento. Foto memória, foto registro, foto conceito, foto narrativa.

As atividades em Artes Visuais a princípio, não são meu foco de atividade econômica.

Mas sem dúvida, esta é uma das expressões artísticas que me definem.


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